quarta-feira, 8 de junho de 2011

A volta

Queridos alunos eu voltei e agora  pra ficar.

Estou querendo colocar as fotos das nossas aulas dia-a-dia. Espero que da certo. Conto com a ajuda de vocês.

Beijos

Professora Silvia

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Dica de passeio

Reaberta no aniversário de São Paulo, Biblioteca já está à disposição do público

Depois de passar por reforma e modernização, a segunda maior biblioteca do país reabre completamente seu prédio principal celebrando a diversidade cultural de São Paulo com encontros temáticos e com show de Naná Vasconcelos na Praça Dom José Gaspar, que ganhará novo projeto paisagístico.


O legal que pode até fazer empréstimos de livros nessa biblioteca maiores informações acesse site:http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/bma/acervos/index.php?p=8239


05/fev - sábado -16h às 18h - Italianos
palestras de: Rosalba Fachinetti e Percival Tirapeli
apresentação musical: In terra lontana

12/fev - sábado - 15h às 17h - Russos
palestras de: Boris Schnairderman e Tatiana Belinky
apresentação musical: Cantos sacros e profanos

19/fev - sábado - 16h às 18h - Japoneses
palestras de: Jo Takahashi e Madalena Natsuko
apresentação musical: Tons de outono

26/fev - sábado - 16h às 18h - Germânicos
palestras de: Willi Bolle e Daniela Rothfuss
apresentação musical: Ecos do Reno e do Danúbio

12/mar - sábado - 16h às 18h - Húngaros
palestras de: Eva Piller e Anna Verônica Mautner
apresentação musical: Karikaso – danças cantadas

19/mar - sábado - 16h às 18h - Andinos
palestras de: Sidney Antonio da Silva e Jobana Moya
apresentação musical: Terras altas

26/mar - sábado - 16h às 18h - Judeus
palestras de: Maria Luiza Tucci Carneiro e Boris Fausto
apresentação musical: Música judaica - Ashkenasi e Sefaradi

02/abr - sábado - 16h às 18h - Espanhóis
palestras de: Anna Tomé e Elena Pajaro Peres
apresentação musical: Recuerdos, lembranzas, lembranças

09/abr - sábado - 16h às 18h - Poloneses
palestras de: Edith Gross Hojda e Krystyna Kasperowicz
apresentação musical: Gritos das montanhas

16/abr - sábado - 16h às 18h - Portugueses
palestras de: Antonio Claret e Sônia Maria de Freitas
apresentação musical: Cantas, danças e guitarradas

30/abr - sábado - 16h às 18h - Coreanos
palestras de: Yoo Na Kim e Maria Ruth Amaral de Sampaio
apresentação musical: Tradições Coreanas em São Paulo

07/mai - sábado - 16h às 18h - Africanos
palestras de: Maria Lúcia Montes e Salloma Salomão
apresentação musical: Comboio Atlântico


Biblioteca Mário de Andrade

ACERVO
Com um acervo de aproximadamente 3,3 milhões de itens, entre livros, periódicos, mapas e multimeios, a BMA mantém grandes coleções especiais, que incluem um dos maiores acervos de livros de arte de São Paulo, uma biblioteca depositária da ONU e uma riquíssima coleção de obras raras, considerada a segunda maior coleção pública do Brasil.
Preservação e acesso são as palavras-chave que norteiam a missão da BMA e se refletem nas ações realizadas para divulgar seu acervo a todos os pesquisadores nacionais e estrangeiros, tornando acessíveis coleções importantes e únicas no Brasil e, simultaneamente, garantindo a existência e longevidade dessas coleções, a partir de um esforço sistemático de higienização e acondicionamento dessas obras.

Destaques

COLEÇÃO DE OBRAS RARAS E ESPECIAIS
A coleção de Obras Raras e Especiais conta, atualmente, com mais de 52 mil volumes de livros, 8.700 volumes de periódicos e 3.500 outros documentos, incluindo manuscritos, álbuns de fotografias originais, gravuras, desenhos, cartões-postais e moedas. Destacam-se, dentre outras preciosidades, 500 mapas raros, nove exemplares de incunábulos, várias obras únicas sobre o Brasil das quais se conhecem poucos exemplares no mundo, e as edições originais dos principais viajantes estrangeiros, como Thévet, Léry, Barleus, Debret, Rugendas, Spix e Martius.
Além dos títulos de periódicos que já integram a coleção de Obras Raras e Especiais, a BMA possui um acervo de cerca de 3 milhões de fascículos de periódicos que, atualmente, encontra-se  depositado em seis andares da Biblioteca Prestes Maia, em Santo Amaro, e em 1.000m2 da Biblioteca Adelpha Figueiredo, no Canindé, ambas no município de São Paulo. Com a parte mais antiga desse acervo está sendo desenvolvido um projeto piloto contemplado pelo Programa Petrobras Cultural, que inclui a higienização e acondicionamento, a avaliação histórica e cultural dos títulos mais representativos, sua catalogação e a disponibilização online dos dados no sistema Alexandria, utilizado pelas bibliotecas municipais.  Muitos desses títulos são de inegável valor cultural, histórico e social e alguns não existem em outras bibliotecas brasileiras, nem mesmo na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.


COLEÇÃO DE ARTE
A coleção de arte da BMA é uma das mais antigas da cidade. Com mais de 28 mil volumes de livros, 15 mil volumes de periódicos e outros materiais, compreende os seguintes assuntos: arte em geral (história, enciclopédias, dicionários, manuais), estética, urbanismo, arquitetura, escultura, cerâmica, gravura, desenho, design gráfico, decoração, mobiliário, pintura, fotografia, cinema, música e artes cênicas (teatro, dança, circo, performance, ópera, musicais, etc)

COLEÇÃO GERAL
Recebeu esse nome porque era composta por monografias que abrangiam todas as áreas do conhecimento. Desde 2007, no entanto, levando-se em conta o significativo aumento na quantidade de livros publicados, o desenvolvimento de bibliotecas universitárias e especializadas na cidade e naturais limitações de espaço físico, decidiu-se que o acervo da coleção geral da BMA comportaria basicamente Literatura e Humanidades. Desde então, as compras e doações incorporadas ao acervo têm-se pautado por essas diretrizes. A Coleção Geral conta com aproximadamente 200 mil volumes.

COLEÇÃO CIRCULANTE
Atualmente com mais de 42 mil volumes de livros e com seu catálogo totalmente informatizado, essa coleção pode ser consultada no local ou retirada por empréstimo. Embora o forte deste acervo seja literatura (tanto brasileira quanto estrangeira), ciências humanas (história, filosofia, religião, antropologia, sociologia, política, direitos humanos, políticas culturais, etc) e artes (história, teoria  e técnicas voltadas a todos os campos das artes, neste caso, com especial foco nas artes cênicas), abrange, também, outras áreas do conhecimento a fim de atender à diversidade de interesses de seus públicos. Desta forma, podem-se encontrar livros sobre meio ambiente, ciências exatas, ciências da saúde, tecnologia, direito, administração e economia, turismo, esportes, bem como livros técnicos das mais diversas especialidades.
 
COLEÇÃO SÃO PAULO
Localizada no espaço da Circulante, a Coleção São Paulo pretende ser um dos pilares de um centro de informação, pesquisa e referência sobre a cidade. Reúne um acervo de materiais audiovisuais e bibliográficos sobre a cidade de São Paulo, com ênfase em arte, arquitetura e história, disponíveis para consulta no local.

COLEÇÃO ONU
Localizada no espaço da Circulante, a Coleção ONU reúne alguns destaques da coleção recebida regularmente pela Biblioteca Mário de Andrade desde 1958, quando passou a ser depositária de material publicado por aquela instituição.

COLEÇÃO DE REFERÊNCIA
Com um acervo composto por cerca de 3.500 volumes de dicionários, enciclopédias, guias, diretórios, entre outras publicações, a coleção de referência está disponível para consulta também no espaço da Circulante.

COLEÇÃO DE PERIÓDICOS
O acervo de periódicos da Biblioteca Mário de Andrade é formado por quase 3 milhões de fascículos de jornais e revistas, com coleções que abrangem do final do século XIX até nossos dias. Muitos desses títulos não podem ser encontrados em outras bibliotecas brasileiras e alguns são únicos no mundo. Essa coleção será armazenada no prédio do Anexo da BMA, que está sendo reformado. Enquanto isso, os fascículos de jornais e revistas recebidos regularmente pela Biblioteca serão expostos e ficarão disponíveis para consulta no espaço do Café da Circulante.
 


Vamos para as perguntas

Atenção!

Antes de responder, veja no arquivo do blog os textos que estão a direita do monitor com o nome de: O Universo de Kandinsky e Escher: o Tridimensional no Bidimensional e assista os dois vídeos: Kandinsky e  Escher biografia.

Nesse nosso segundo dia de aula de artes, falamos sobre o bi e o tridimensional.
Estudamos a diferença dos mesmos. Podemos observar que um grande mestre de iludir (Escher) - mostra algo em uma superfície bidimensional parecer tridimensional . No pátio da escola vocês fizeram desenhos de três objetos tridimensionais e ao fazê-los passaram o que era Tri para Bidimensional.
Aprendemos também sobre Kandinsky - arte abstrata, nada como Kandinsky para aprender sobre a importância "linha" e das "cores",aliás  o nosso ponto de partida desse primeiro bimestre: linha e o ponto.
Esses dois artistas são de suma importância na ruptura da arte acadêmica. Kandinsky retira a linha do horizonte e faz assim a arte abstrata e Escher tira os planos e faz assim a ilusão. Dois grandes mestres do seu tempo.
Então vamos para as perguntas:

1- Fale o que é Bidimensional?
2 - A arte é apenas aquilo que podemos ver?
3 - Qual foi a importância de Escher para a arte?
4 - Qual foi a importância de Kandinsky para a arte?

Escher o Tridimensional no Bidimensional

 
Pequeno texto sobre a vida de Escher
 
Escher, que trabalhou quase exclusivamente no âmbito da gravura, criou uma grande série de litografias impregnadas de geometrismo, figurativismo e ornamentalidade, por meio de uma relação lúdica com a realidade, que punha em dúvida a percepção óptico-lógica do observador. Traduziu visualmente e de um modo sugestivo problemas matemáticos e geométricos, como nas escadas que não parecem ter fim, e nas quais nem sequer fica claro onde se iniciam, finalizam ou em que direção se movem, em seus edifícios inacabados ou em suas fabulações caracterizadas por uma relação impressionante entre superfície e espaço.

Escher biografia

kandinsky

Universo de Kandinsky

Gostaria que vocês entrem no site do qual vou deixar o link, os mesmo fala da biografia de Wandinsky e obras.
http://www.edu365.cat/infantil/explora/construccio.htm
http://cultura.portaldomovimento.com/kandinsky.html

http://www.ocaiw.com/catalog/index.php?lang=pt&catalog=pitt&author=465#cat2

O debate sobre a arte

Em uma ambiente cultural infamado por grandes debates estéticos do qual nasciam novas escolas e tendências a cada ano, Kandinsky fez amizade com outros artistas. Com eles, assistiu ao escândalo causado pela mostra "Secessão de Munique", que consagrou uma histórica ruptura no até então aprazível panorama da arte alemã do final do século XIX.




Como presságio de outras rupturas, os artistas mais audazes de diversas tendências se agruparam pela primeira vez para mostrar a sua obra em conjunto, recusada ou aquecida pelo estilo acadêmico. Um das porta-vozes do Jugendstil - ou estilo jovem, a corrente estética que começava a prevalecer na arquitetura e na decoração -, o jovem arquiteto August Endell, propunha eliminar o figurativo de qualquer elemento ornamental. Endell declarava que "não há maior erro do que pensar arte como reprodução fiel da natureza". a afirmação representava uma declaração de guerra contra a representação artística tradicional.




enquanto isso, em 1898, Kandinsky sofria um revés pessoal ao ser recusado na academia de pintura de Franz von Stuck, membro destacado da "Secessão". O aprendiz não se deixou abater. Entre seus colegas se encontrava o suíço Paul Klee.




Kandinsky trabalhou incansavelmente. Apesar de elogiar seus desenhos, Von Stuck recusava suas "extravagâncias cromáticas". O mestre aconselhou-o a explorar o preto-e-branco, concentrando-se apenas na forma. Posteriormente, ensinou-lhe a encontrar um conceito compositivo para suas ideias.




Kandinsky permaneceu com Von Stuck até o fim de outono. Apresentou seu trabalho em uma mostra da Associação de Artistas de Moscou, o que lhe permitiu familizar-se com a organização de exposições e sentir dificuldade para se destacar em um ambiente tão exigente.




De volta a Munique, participou do cabaré literário. Os onze carrascos, grupo contrário às convenções artísticas vigentes. Com alguns de seus integrantes - Rolf Niczky, Gustav Freytag, Wilhelm Hüsgen e Waldemar Hecker -, Kandinsky foi co-fundador em 1901 da associação dos artistas Die Phalanx (A Falange), destinada a difundir a nova arte. Após a primeira exposição coletiva, na qual o jovem artista se destacou como organizador e líder; o grupo abriu uma escola de pintura. Kandinsky escreveu, então, seu primeiro artigo sobre estética: Kritika Kritikov (Criticas dos Criticos), publicado em 1901 no jornal mascovita Novosti Dnja.
No inicio dos anos 1900, Kandinsky encontrava-se envolvido em uma enorme onda de produção artistica, intelectual e docente, além de cuidar do âmbito organizacional dos eventos. Die Phalanx apresentava sua terceira exposição com obras de Lovis Corinth e Wilhem Trübner, enquanto Kandinsky expunha em 1902 na "Secessão de Berlim"
Nessa época, fez suas primeiras xilogravuras, expostas em 1904, além de diversos estudos a óleo e quadros a têmpera. Com Die Phalanx conseguiu expor Munique a obra de seu admirado Monet. Kandinsky começou, então, a desenvolver uma teoria sobre a cor. Em meio ao turbilhão de atividades, apresentou-se em suas aulas uma nova aluna Gabriele Münter.

Kandinsky teve sua primeira intuição da pintura abstrata quando, ao contemplar um dos montes de feno de Monet, não soube distinguir o motivo. Percebeu, então, que, apesar dos descrédito do objeto, a pintura não perdia sua força.
Claude Monet - Montes de Feno pela manhã, final do verão (1890)
Óleo sobre tela 60,5 x 100,5 cm Musée d'Orsay, Paria (França)






Época de transformação


O período entre 1900 e 1908 foi marcado por intensa busca e experimentação, validação do instrumento pictórico e uma nova teoria de pintura. Na fase mais importante de seu desenvolvimento artístico, a complexa variedade das obras de Kandinsky não permitia vislumbrar o rumo que iria adotar nem as inovações que concederia à história da pintura. As mudanças também repercutiram em sua vida particular. O universo temático de Kandinsky nessa época era composto de antigas canções populares e lendas russas, último sopro do romantismo em uma Europa que não parava de se expandir. Nessas telas, o pintor extravasou sua fantasia cromática, aplicando pinceladas como partes de mosaico. Suas xilogravuras, por sua vez, demonstraram a maestria alcançada pelo artista em um meio tão parco de recursos - com essa técnica, o pintor encontrou paralelismo natural com os poemas líricos. Em 1909 em Murnau, o artista recuperou a serenidade perdida. Cuidava de seu jardim, passeava pelas montanhas, pintava e escrevia. Tanto na vida pessoal como no plano estético, Kandinsky encontrava-se diante de um recomeço. Diversas mostras de seu trabalho, individuais e coletivas, refletiam sua produção. Além disso, Kandinsky presidia a formação de novas associações artísticas. Na época, a representação ainda estava presente em suas obras. O manuseio de diversas técnicas, o conhecimento de outras artes e suas primeiras intuições encontraram espaço para se materializar nas ideias mais profundas. Seus conhecimentos de xilogravura facilitaram a libertação estilística, permitindo transferir à pintura a óleo suas caracteristicas especificas: espaço plano, intensidade da cor, incorporação das "não cores" (preto e branco) e caráter rítmico da linha. Embora a dissolução do figurativo ainda não fosse um objetivo, dirigia-se para isso.




O final do figurativo


"A Neue Künstlervereining München (NKVM) apresentou pela primeira vez ao público alemão as obras dos principais artistas das tendências mais avançadas da Europa e da Rússia, como Picasso, Braque, Derain, Roualt, Vlaminck, Mogilewsky e os irmãos Burljuk. A crítica da época considerava os autores "caricaturas de artistas", "fanfarrões vergonhosos", "diversão carnavalesca" ou "grupo de ignorantes". A mostra da NKVW revelava o caráter internacional da revolução estética em curso. Marc percebeu o esforço divulgador da NKVM e estreitou relações com Kandinsky. As primeiras Improvisações de Kandinsky datam dessa época. Não era casual a linguagem musical aplicada à pintura. Em 1896, o artista ficara impressionado com a representação de Lohengrin - ópera de Richard Wagner que postulava a "Arte total". Para Kandinsky as convenções do passado estavam esgotadas; a cor e a forma são mais genuínas para expressar a subjetividade do artista do que o objeto ou a perspectiva; o artista não deve se submeter ao exterior, já que em sua espiritualidade reside o visionário de sua obra. Suas ideias também empregnadas pelos princípios da Sociedade Teosófica, liderada por Helena Blavatsky, da qual fazia parte, junto com outros artistas, entre eles Klee, Mondrian, Delaunay".




Tempos de guerra e evolução


"Durante concerto celebrado em janeiro de 1911, enquanto o público protestava ruidosamente, Kandinsky extasiava-se com a nova proposta sonora de Schönberg. Graças a seus conhecimentos musicais, o pintor russo foi um dos primeiros artistas a compreender o alcance do revolucionário trabalho do também pintor Schönberg. Os dois artistas logo se identificaram a até o verão de 1914, quando estourou a Primeira Guerra Mundial, constumavam reunir suas famílias nas férias. Os quadros de Kandinsk da época violentos e apocalípticos, inspiravam-se em imagens religiosas populares da Alemanha e da Rússia. A linha do horizonte da série cavaleiros, iniciada em 1909, desaparecia gradualmente ao mesmo tempo que o espaço desfazia-se. Quanto a sua evolução artística, dois anos após a mostra de Der Blaue Reiter na Galeria Thannhauser, já não se podia falar sequer de abstratação a partir de um tema: as linhas e a cor haviam conquistado tal autonomia que não seguiam qualquer padrão. Composição VI e Composição VII, ambas de 1913, foram as primeiras obras de absoluta abstração".

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Vamos nos apresentar!

Coloque neste espaço as suas expectativas para a disciplina de ARTE.

  • Para facilitar tente responder as seguintes perguntas.
  • O que você sabe sobre arte?
  • O que você gostaria de aprender sobre arte?
  • Quais são as suas expectativas para esse ano?
  • O que você mais gosta em arte?
  • Espero que estas perguntas ajudem vocês a se expressarem.

Beijos

Obs.: Aguardo a participação de todos

Professora Silvia Maria de Oliveira

Sejam Bem Vindos!

Olá!
Mas um ano está começando com muitas expectativas e emoções e junto com as artes, é claro, nada mais correto de explodir as nossas emoções com ARTE.
Nesse blog irei postar: textos, imagens, link de museus, galerias e dicas de passeios, exposições das quais vocês poderão fazer junto com a sua família. Nada melhor do que curtir a cultura paulistana com a nossa família.
O objetivo central desse blog, além de é claro ser um meio de pesquisa também gostaria que fosse uma espécie de diário, onde colocaríamos todas as nossas observações aqui.
Certo?
Portanto não se acanhe, chegue mais porque o diário é nosso, ok?

Beijos

Professora Silvia Maria de Oliveira